Lago Pauxis.
A ter o primeiro contacto com o laguinho, me veio muitas lembranças, recordações e sentimentos, uma saudade imensa de um lugar onde cresci e tirei alimentos (muitos peixes saborosos o acarazinho dispensa comentários), tomei muitos banhos, brinquei de lare-lare, também usei as margens para fazer caieira e produzir carvão. Este reencontro durou 16 anos. Lembro-me dos Sr(s). Lalaú, Estanilau, Cimaco, tarrafiando em busca de seus sustento e de suas familias, logo mais acima o tilheiro do Sr. Zé André, a serraria do Sr. Isaac Amoy, o campo onde brincavámos de bola. Hoje não tem mais nada disso um lago quase seco, onde era o campo somente casebres, as serrarias fora invadidas por pessoas que precisavam de um lugar para morar (acredito eu) nada mais existe somente em minha memória em minha época em meu pensamento em minha solidão deste lugar bucólico.
Mas o meu eterno laguinho existe, resistindo contra a degradação, o lixo e a truculência humana...Quem de Óbidos não viveu e curtiu o Lago Pauxis? Foi lá que aprendi a nadar, quase morro afogado, inclusive existe uma lenda que todo os anos o laguinho consome "gente" pessoas, um menino...Hoje não sei se ainda é assim, uma espécie de oferenda que ele mesmo escolhe, ao seu "arredor" nossa ilustre e presépia cidade agora "emendando" com nossa Serra da Escama, onde fica nosso forte que até hoje ainda tem os canhões apontado para o fabuloso Rio Amazonas.
Meu Laguinho, meu tesouro, obrigado por me dar mais esta oportunidade de revelo, suas águas voltarão e quero em breve me banhar novamente.
Mas o meu eterno laguinho existe, resistindo contra a degradação, o lixo e a truculência humana...Quem de Óbidos não viveu e curtiu o Lago Pauxis? Foi lá que aprendi a nadar, quase morro afogado, inclusive existe uma lenda que todo os anos o laguinho consome "gente" pessoas, um menino...Hoje não sei se ainda é assim, uma espécie de oferenda que ele mesmo escolhe, ao seu "arredor" nossa ilustre e presépia cidade agora "emendando" com nossa Serra da Escama, onde fica nosso forte que até hoje ainda tem os canhões apontado para o fabuloso Rio Amazonas.
Meu Laguinho, meu tesouro, obrigado por me dar mais esta oportunidade de revelo, suas águas voltarão e quero em breve me banhar novamente.

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